À conversa com... Branca Cuvier, da Baguera

20.7.12
Foi em 2011 que pelas mãos de Branca Cuvier nasceu a marca portuguesa Baguera, nome que resulta do casamento entre pantera e o nome próprio de Branca.


Em conversa com a criadora e quando perguntamos se ousadia poderia ser a palavra que personificava a marca, a resposta foi "sim". E porquê?  Porque ao criar, Branca pensa "sempre na mulher do século XXI que se quer destacar no meio da selva urbana cinzenta" e é daí que advêm todos os apontamentos de cor das peças. 


Apesar de se inspirar na "Natureza, nas texturas e formas dos animais e das plantas", o seu lado mais racional puxa-a para as "formas mais regulares e geométricas que acabam por definir e limitar o orgânico".

Branca tem já um percurso notável. Estudou e trabalhou em Amesterdão durante 1 ano e 3 meses e assim que regressou a Portugal sentiu a necessidade de se renovar e acrescentar algo de novo a um país que precisava de uma lufada de ar fresco. 

A ideia foi criar um linha de joalharia acessível, mais comercial mas com personalidade. Peças statement, que seriam a luz de um coordenado. No início do ano também lançou uma linha de clutches, da linha Vectory.

Faz aquilo que realmente gosta, sente que está no caminho certo e às vezes nem acredita que já vende em países tão longínquos como o Japão.

Os próximos passos? Ou melhor, as próximas peças a serem lançadas são "brancas e pretas e serão divulgadas no Outono/Inverno" e mais não nos diz Branca, sorrindo.

Uma loja no Porto? A criadora gostava de nos dizer "que muito em breve! Mas primeiro ainda temos de abrir uma em Lisboa que é onde tenho o atelier", acrescenta.

O Second Skin deseja todo o sucesso a este projeto com carimbo português. Muito obrigada à Branca por toda a simpatia :)





1 comentário:

  1. Daniela Lavos da Costa20 de julho de 2012 às 21:13

    Interessante, vou ter de investigar mais!!! :)
    Bjs

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